“Well-Schooled in Murder”
January 16, 2010
Como pode-se notar, gostei muito mesmo de Elisabeth George. Esse, o terceiro da série com o inspetor Linley e a sargento da Scotland Yard Barbara Havers, passa-se num colégio privado inglês e gira em torno da morte de um menino de 13 anos. Gosto de como Elisabeth George constrói a trama, vai nos levando de um lado pro outro, até que, no final, chega-se à conclusão de que apenas um dos muitos suspeitos é que poderia ter cometido o crime.
Lido em inglês




“Payment In Blood”
December 30, 2009
Não me agüentei e li o segundo da série que tem como protagonistas Thomas Linley e Barbara Havers, de Elisabeth George. Como o primeiro, o enredo é intrincado, os suspeitos muitos e você fica, até o final, sem saber quem é o assassino. O livro seria excelente se o desfecho não fosse meio meia-bomba. Nesse livro Linley se descobre apaixonado, ao mesmo tempo em que a escritora de uma peça e um rapaz de 16 anos são mortos num castelo/hotel. Toda a trupe de teatro é suspeita. Só falta chegar à conslusão que o culpado foi o mordomo, com o martelo na biblioteca. Hoho.
Lido em inglês. 



“Under My Skin”
December 19, 2009
Já queria ler essa autobiografia de Doris Lessing (DL) desde que redescobri os livros dela, depois do prêmio Nobel. Essa é a primeira parte e vai até 1949. Gostei muito… só que uma coisa me espantou. É quase que exatamente a repetição da série Children av Violence, que tem como protagonista Martha Quest. A história de Martha Quest, por sua vez, começou com “The Grass i Singing”, o primeiro livro de DL (leia aqui). Durante a autobiografia inteira DL pensa como a vida dela, dos pais dela e dos amigos dela seria diferente caso a primeira guerra mundial e, logo depois, a segunda guerra mundial, não tivessem acontecido. Ela escreve também sobre o fato que eu particularmente acho o mais estranho e, claro, fascinante: ela ter se separado do primeiro marido e ter deixado seus dois filhos pequenos. Pra logo depois se casar e ter mais um filho. Isso eu ainda não consegui entender. Gostei de quase tudo. As partes essencialmente políticas me cansaram, então pulei.
Lido em inglês. 



“A Great Deliverance”
December 2, 2009
O que é melhor do que um bom livro, daqueles que você não consegue largar, quando se está doente, de molho, em casa? Pois é, “A Great Deliverance” é o primeiro livro de Elizabeth George, criadora da série protagonizada pelo inspetor da Scotland Yard Thomas Lynley e a detetive Barbara Havers. ADOREI! Olha só que engraçado: já tinha lido um com o par Lynley-Havers, “A Traitor to Memory” em 2003 e… não gostei! Vou reler, vou reler! O enredo desse daqui? Um homem respeitadíssimo, religioso, aparece decapitado. Who’s done it?
Lido em inglês. 




“Den dagen min dotter blev galen”
November 26, 2009
A tradução do título do livro do jornalista americano Michael Greenberg é “O dia em que minha filha enlouqueceu” (no original, em inglês, “Hurry Down Sunshine”). Li sobre o livro no meu jornal, fui ver do que se tratava, e era a história real da psicose que a filha dele, Sally, de 15 anos, sofreu no final dos anos 90. Bem contado, boas elucubrações dele sobre a doença da filha, mas alguma coisa falta, acho eu. Mais informação sobre a doença, mas conexões literárias (ele diz que escritores que sofreram do mesmo mal, mas não desenvolve nada, só cita). Legal. Nada mais.
Lido em sueco.


“The Associate”
November 15, 2009
Tinha me prometido não ler mais John Grisham assim tão freqüentemente já que os dois últimos livros que li dele me decepcionaram. Mas, porque sou uma criatura insistente e porque gosto de historinhas de julgamento, comprei esse. A história é a mesma de sempre – só que sem julgamento – o que, naturalmente, me decepcionou um pouco. O protagonista é, como sempre, um rapaz Wasp, sem sal. O resto é intriga que não tem um final definitivo, o que me faz prever continuação. Bacaninha, mas John Grisham definitivamente já escreveu livros melhores.
Lido em inglês.


“Holy Fools”
November 1, 2009
Mais um da Joanne Harris, autora do famoso “Chocolat”, que não li mas vi no cinema. Li um outro dela, Five quarters of the orange, que terminei também no dia 1 de novembro, só que há seis anos atrás. Esse, como todos os livros dela, passa-se na França. A história é complicada: inclui freiras, artistas ambulantes, religião, obsessão e pecado. Imagino que daria um filme bacana porque Harris é muito competente em criar personagens interessantes. Bacana. Peguei emprestado no trabalho.
Lido em sueco.


“Börja leva”
October 9, 2009
Não sei porque escolhi esse exemplar para começar a ler a escritora sul-africana Nadine Gordimer. Não sei porque o escolhi mas sei que não gostei. É ela, a autora, que fala o tempo todo, que conta a história em círculos, se desdobra em side stories, enrola, enrola, enrola. Fiquei com vontade de ler Gordimer, que ganhou o Nobel de Literatura em 1991, porque ela é uma das favoritas de Joyce Carol Oates. Sou obrigada, agora, a tentar um outro título, só pra ver se eu realmente não gosto dela ou se dei azar com minha escolha. Qual a história do livro? Ah, não vale nem a pena contar.
Lido em sueco.
“What makes women happy”
October 1, 2009
Só pelo título o livro já ganharia uma olhada minha, mesmo eu sendo muito cética em relação a livros de auto-ajuda. Mas li também sobre a britânica Fay Weldon, e achei que deveria ser interessante a ler o que ela tinha a dizer. Esse é um livro sobre as fontes de alegria (sexo, comida, amigos, família, compras e chocolate) e os quatro cavaleiros do apocalipse (morte, desespero, solidão e vergonha). Legal, nada pesado, bem levinho mas bacaninha. Vale uma olhada.
Lido em inglês. 


“Tillsammans är man mindre ensam”
September 20, 2009
Estava contente de ter descoberto uma escritora francesa de sucesso, cujos livros eu pudesse, quem sabe, ler em francês. Tinha ouvido falar da autora desse, Anna Gavalda, e depois de ler uma entrevista com ela numa revista sobre livros que assino, decidi comprar um livro dela. Meu escolhido foi esse, cujo título traduzido é “Juntos somos menos sozinhos”, ou coisa que o valha. Mas, que decepção! Não gostei de nenhum personagem, tudo me pareceu muito superficial; o livro todo como um grande diálogo, cheio de gírias (não entenderia nada em francês), sem reflexão alguma. Ruim.
Lido em sueco.
Esta página nasceu da minha vontade de fazer uma lista dos livros que li, com pequenos comentários e cotações. Nada pretencioso. Minha intenção é me divertir. Fique a vontade para comentar os livros, os meus próprios comentários e até para enviar dicas de leituras, mas por favor observe o bom senso e seja educado. Não precisa ser gênio pra escrever aqui, basta não ser idiota. - Maria Fabriani (livroslivroslivros (at) gmail.com)

