“Att skriva”

July 15, 2017

Adorei esse livro sobre a técnica da escrita do superescritor americano Stephen King, cujo título em original é “On Writing”. Quero muito colocar as dicas dele em acão. Ele diz que quem quer escrever tem que escrever muito e ler sempre. Bom, um desses eu já pratico desde pequena, já o outro… Gostei das passagens autobiográficas. Que talento narrativo! Nunca li um livro dele porque não me interesso por sentir medo, pelo contrário, quero sentir outras coisas quando leio. Mas vi, principalmente durante minha adolescência, alguns filmes baseados nas obras dele. Sempre gostei das histórias. Gostei muito desse livro aqui e gostaria mais ainda se eu mesma estivesse escrevendo um livro. Recomedo pra quem já escreve e para quem, assim como eu, quer escrever mais não tem coragem.

Lido em sueco.

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Pequeno livro da americana Jenny Offill, 180 páginas de notas intercaladas. O título original em inglês é “Dept. of Speculation”. Uma moca novaiorquina se casa, tem filho e marido, que ela trai. Parece simples e é. Mas ela intercala a história com citacões interessantes de escritores e filósofos como Rilke, Wittengstein e Yeats. A protagonista diz no livro que não pretendia se casar porque queria ser uma artista. Ela não poderia cuidar de coisas mundanas da vida em família porque queria estar ocupada apenas de arte. Como exempelo, ela cita que o grande escritor Vladimir Nabokov nunca abriu um guarda-chuva sozinho, e que a mulher dele lambia os selos para colocar nas cartas dele. Leitura rápida. Gostei porque é bem escrito e feminista, apesar de ser novaiorquino demais pra mim.

Lido em sueco.

“Gilead”

July 5, 2017

Livro curtinho mais muito chato. A escritora americana Marilynne Robinson, uma preferida do presidente Obama, escreve muito sobre Deus assim como textos bíblicos. Eu sabia disso quando comprei, mas não imaginava que fosse assim tão dominante. O protagonista, um pastor de uma cidade pequena americana, está velho e reflete sobre sua vida. Ele escreve um diário para seu filho, que teve com a esposa muito mais nova. Ele conta boas histórias, mas o livro é devagar quase parando, talvez uma imagem da vida do pastor. Geralmente gosto desses livros calmos, sem sobressaltos, que você lê quase como se en transe. Mas esse achei difícil. Mesmo que a história de amor do pai pelo filho seja bonita. Dou dois coracões por causa disso e porque o livro é, sem dúvida, bem escrito.

Lido em sueco.