A tradução do título do livro do jornalista americano Michael Greenberg é “O dia em que minha filha enlouqueceu” (no original, em inglês, “Hurry Down Sunshine”). Li sobre o livro no meu jornal, fui ver do que se tratava, e era a história real da psicose que a filha dele, Sally, de 15 anos, sofreu no final dos anos 90. Bem contado, boas elucubrações dele sobre a doença da filha, mas alguma coisa falta, acho eu. Mais informação sobre a doença, mas conexões literárias (ele diz que escritores que sofreram do mesmo mal, mas não desenvolve nada, só cita). Legal. Nada mais.

Lido em sueco.

“The Associate”

November 15, 2009

Tinha me prometido não ler mais John Grisham assim tão freqüentemente já que os dois últimos livros que li dele me decepcionaram. Mas, porque sou uma criatura insistente e porque gosto de historinhas de julgamento, comprei esse. A história é a mesma de sempre – só que sem julgamento – o que, naturalmente, me decepcionou um pouco. O protagonista é, como sempre, um rapaz Wasp, sem sal. O resto é intriga que não tem um final definitivo, o que me faz prever continuação. Bacaninha, mas John Grisham definitivamente já escreveu livros melhores.

Lido em inglês.

“Holy Fools”

November 1, 2009

Mais um da Joanne Harris, autora do famoso “Chocolat”, que não li mas vi no cinema. Li um outro dela, Five quarters of the orange, que terminei também no dia 1 de novembro, só que há seis anos atrás. Esse, como todos os livros dela, passa-se na França. A história é complicada: inclui freiras, artistas ambulantes, religião, obsessão e pecado. Imagino que daria um filme bacana porque Harris é muito competente em criar personagens interessantes. Bacana. Peguei emprestado no trabalho.

Lido em sueco.