Estava contente de ter descoberto uma escritora francesa de sucesso, cujos livros eu pudesse, quem sabe, ler em francês. Tinha ouvido falar da autora desse, Anna Gavalda, e depois de ler uma entrevista com ela numa revista sobre livros que assino, decidi comprar um livro dela. Meu escolhido foi esse, cujo título traduzido é “Juntos somos menos sozinhos”, ou coisa que o valha. Mas, que decepção! Não gostei de nenhum personagem, tudo me pareceu muito superficial; o livro todo como um grande diálogo, cheio de gírias (não entenderia nada em francês), sem reflexão alguma. Ruim.

Lido em sueco.

Acabei de acabar de ler o primeiro volume publicado com os diários de Joyce Carol Oates, uma das minhas escritoras favoritas. O que eu gosto nela? A intensidade, a energia quase maníaca de se jogar num livro e criar um mundo paralelo, através da linguagem. Ler um livro (bom) dela é como aprender um novo idioma, é entrar num vórtex de personagens e acontecimentos que não deixa você sair até chegar o fim da última página. O diário é assim também, apesar de não ser tão intenso. São tantas as passagens interessantes que vou ter que reler. Adorei.

Lido em inglês.