Tenho que confessar uma heresia. Li um clássico da literatura mundial, aclamado unanimamente por todos os cantos do globo, e não gostei. Pois é, li esse que é o primeiro volume da série “Em busca do tempo perdido”, de Marcel Proust e… não gostei. Ai, ai, ai. Não gostei não. A maioria do tempo me vi voando no pensamento, enquanto lia frases intermináveis, pensando em outras coisas, sem prestar atenção no que o menino/rapaz contava sobre a angústia que sentia quando a mãe não lhe dava um beijo de boa noite, quando comia os biscoitos madeleine com chá ou quando descrevia as aventuras do pobre Swann e a paixão dele por Odette. Oh, céus, peco quando digo a verdade, eu sei, mas não posso negar que não gostei. Dou dois corações porque tenho vergonha de dar uma nota ainda pior.

Lido em sueco.

"Le Rouge et le Noir"

July 15, 1990

Clássico de Stendhal, que li durante meus estudos de francês. Pouco me lembro do enredo, mas sei que o protagonista se chama Julien Sorel e que ele quer subir na vida. E, pra isso, conta com a ajuda de duas mulheres: Madame de Rênal e Mathilde de La Mole. Não me lembro mesmo de muito mais, nem sequer se gostei do livro. Mas, é um clássico, e clássicos a gente respeita, sempre.

Lido em francês.

Li muito Albert Camus. O começo, se não me engano, foi com “L’étranger” em francês, enquanto ainda estudava o idioma, em junho de 1990. Comprei uma edição antiga, num sebo do Rio, que me acompanha até hoje. Depois veio a versão em português, que comprei junto com outros títulos do autor franco-argelino, em junho de 1991. São eles: “O exílio e o Reino” (junho de 1991), “O Diário de Viagem” (junho de 1991) e “A Peste” (1999).

Lidos em português e francês.