Li muito Albert Camus. O começo, se não me engano, foi com “L’étranger” em francês, enquanto ainda estudava o idioma, em junho de 1990. Comprei uma edição antiga, num sebo do Rio, que me acompanha até hoje. Depois veio a versão em português, que comprei junto com outros títulos do autor franco-argelino, em junho de 1991. São eles: “O exílio e o Reino” (junho de 1991), “O Diário de Viagem” (junho de 1991) e “A Peste” (1999).

Lidos em português e francês.

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