Espetacular! Escrito por Elizabeth Strout.

Lido em sueco.

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“Flickorna”

May 15, 2018

Escrito por Emma Cline.

Lido em sueco.

Gostei do título desse livro da americana Lindsay Hunter, e resolvi investigar. Me decidi por comprá-lo quando vi que uma das minhas escritoras favoritas, a também americana Roxane Gay, não apenas gostou do livro mas o recomendava. Conta a história de Greg, um homem obeso, que faz uma road trip para procurar o filho, Greg Júnior, dependente de drogas e que estava desaparecido desde três semanas. A história é interessante pra mim, mesmo não sendo um dos melhores livros que li na vida. O que o fez interessante é como a autora escreveu sobre como Greg come, bebe álcool, se maltrata de outras formas. No fundo dessa agonia, que ele mais ou menos compreende mais não tem forcas pra mudar, traumas familiares, uma mãe distanciadíssima etc. Interessante.

Lido em inglês.

“I en klass för sig”

September 3, 2017

Primeiro livro da americana Curtis Sittenfeld que leio. O título original é “Prep” e faz referência à escola particular que a protagonista Lee Fiora entra ainda adolescente. Ela faz parte da classe média baixa americana e está lá por conta de uma bolsa-de-estudos. Mas na escola, Ault, ela não é mais menina mais inteligente da classe. Lee tenta achar um espaco para si própria nesse universo novo, em que classe e dinheiro tem um lugar importante. Gostei do livro, achei interessante e muito bem escrito. O meu resumo da história em algumas palavras: Adolescência, paixão, sexo, classe, dinheiro, a arte de saber o seu lugar.

Lido em sueco.

Mais um livro da minha querida Joyce Carol Oates. O título em original é “The Gravedigger’s Daughter”. O livro é muito bom. Frenético. Violento. A história em resumo: No final dos anos 30, a família alemã Schwart chega aos Estados Unidos fugindo dos nazistas. O único trabalho oferecido ao pai, antes professor de matemática, é como escavador e guardião do cemitério local. A mãe nunca aprende inglês, os dois filhos homens desaparecem e a menina, Rebecca, é testemunha quando sua família é perseguida pela comunidade local. Tudo termina em uma tragédia. Rebecca, então com dezesseis anos, foge de casa. Quero mais Joyce Carol Oates, mesmo ela sendo às vezes intensiva demais pro meu gosto. Uma vez me vi segurando a respiracão para acabar de ler uma cena muito violenta. E pensei: “Ela não desiste nem alivia!”.

Lido em sueco.

Pequeno livro da americana Jenny Offill, 180 páginas de notas intercaladas. O título original em inglês é “Dept. of Speculation”. Uma moca novaiorquina se casa, tem filho e marido, que ela trai. Parece simples e é. Mas ela intercala a história com citacões interessantes de escritores e filósofos como Rilke, Wittengstein e Yeats. A protagonista diz no livro que não pretendia se casar porque queria ser uma artista. Ela não poderia cuidar de coisas mundanas da vida em família porque queria estar ocupada apenas de arte. Como exempelo, ela cita que o grande escritor Vladimir Nabokov nunca abriu um guarda-chuva sozinho, e que a mulher dele lambia os selos para colocar nas cartas dele. Leitura rápida. Gostei porque é bem escrito e feminista, apesar de ser novaiorquino demais pra mim.

Lido em sueco.

“Gilead”

July 5, 2017

Livro curtinho mais muito chato. A escritora americana Marilynne Robinson, uma preferida do presidente Obama, escreve muito sobre Deus assim como textos bíblicos. Eu sabia disso quando comprei, mas não imaginava que fosse assim tão dominante. O protagonista, um pastor de uma cidade pequena americana, está velho e reflete sobre sua vida. Ele escreve um diário para seu filho, que teve com a esposa muito mais nova. Ele conta boas histórias, mas o livro é devagar quase parando, talvez uma imagem da vida do pastor. Geralmente gosto desses livros calmos, sem sobressaltos, que você lê quase como se en transe. Mas esse achei difícil. Mesmo que a história de amor do pai pelo filho seja bonita. Dou dois coracões por causa disso e porque o livro é, sem dúvida, bem escrito.

Lido em sueco.