“Brown girl dreaming”

April 30, 2018

Escrito por Jacqueline Woodson.

Lido em inglês.

“Sluta aldrig gå”

April 4, 2018

Escrito por Christina Richardsson.

Lido em sueco.

Segundo livro da americana Maggie Nelson. Esse aqui é a história do julgamento do culpado pelo assassinato da tia da autora, Jane. O livro é interessantíssimo, porque intercala a histórida da tia, com a vida de Maggie, a infância, a separacão dos pais, a vida turbulenta da irmã Emily, e da própria Maggie, já adulta. Quando li o primeiro livro dela, eu gostei, mas achei muito “teorético” em algumas partes. Mas esse aqui é feito de carne, osso, lágrimas, suor e sangue. Livrão!

Lido em inglês.

“Jag var precis som du”

February 14, 2018

A jornalista sueca e autora Negra Efendic, nascida na Bósnia, veio pra Suécia como refugiada da guerra das Bálcãs, no início dos anos 90. Milhares de pessoas das repúblicas da antiga Ioguslávia vieram pra a Europa nessa época, fugindo de uma gurra horrenda. Nesse livro, uma autobiografia com o título “Eu era examente como você”, ela conta como era sua vida na cidadezinha da Ioguslávia e como tudo mudou quando ela chegou aqui, comecou na escola, e teve que enfrentar muito racismo. Já adulta, ela volta à Bósnia como jornalista para rever sua cidade, falar com vizinhos que viraram inimigos da noirte pro dia. O livro é curto, jornalístico e bom. Gostei muito.

Lido em sueco.

Mais um lido para o meu círculo de livros. Dessa vez, um livro de memórias do escritor greco-sueco Theodor Kallifatidis. Ele veio pra Suécia nos anos 60 pra trabalhar e acabou ficando, como muitos gregos e italianos. Olha, pra falar a verdade, não gostei desse livro não. Achei descomplicado, banal, sem profundidade. Nunca tinha lido Kallifatidis antes e näo pretendo mais lê-lo. Achei que ele tenta ser poético, mas a prosa vôa, cai seca no chão.

Lido em sueco.

“Argonauterna”

October 16, 2017

Admito: comprei esse livro apenas porque o escritor norueguês Karl-Ove Knausgård, que eu gosto muito, disse numa entrevista que era um de seus livros favoritos. No original, “The Argonauts”, é uma espécie de autobiografia, do casamento da autora, a americana Maggie Nelson, com um(a) artista plástico trans, e do nascimento do filho do casal. Achei muitas partes interessantes, principalmente as que diziam respeito à maternidade. Maggie Nelson me parece ser uma excêntrica, daquelas cuja forma não passa no mundo as we know it. Aos mesmo tempo achei o livro muito fragmentado pro meu gosto. Com discussões filosóficas que passaram longe da minha capacidade e do meu interesse. Ainda assim, bom. Fiquei curiosa.

Lido em inglês.

“Drink”

September 14, 2017

Livro muito bom da jornalista canadense Ann Dowsett Johnston. Ela fala sobre o seu alcoolismo e sua recuperacão. Fala também da política e dos interesses econômicos por traz do aumento exponencial do alcoolismo feminino na América do Norte e no mundo. Uma tendência que eu, através do meu trabalho, posso confirmar. As mulheres bebem mais e bebidas mais fortes. Não apenas um copo de vinho na sexta à noite, mas todos os dias da semana, porque ajuda a desestressar. Não apenas vinho, mas vodka com sabor doce, feitas especialmente e dirigidas para um público feminino – e jovem. O livro é realmente um “eye opener” daqueles, mesmo pra mim que não bebo, mas que trabalho com isso. A autora me fez entender os mecanismos da dependência química, física e principalmente psicológica das mulheres com relacão ao álcool. Muito interessante.

Lido em inglês.