O jornalista sueco Magnus Linton escreve um livro sobre a extrema direita europeia e quem eles detestam em três países: Noruega, Holanda e Hungria. Muito interessante como ele descreve os movimentos populares de cada país e como eles estão ligados ao ambiente político atual. Interessante e amedrontador. Gostei mas achei muito seco (acho que estou numa fase de amar ficção e não ter muita paciência com fakta ou livros-reportagens).

Lido em sueco.

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Livro do escritor sueco Sami Said, com raízes na Eritreia. A história gira em torno de Noah, um rapaz sueco-eritreano que vai começar a ler religião numa universidade sueca. Ele se muda da casa dos pais e vai morar num quarto de estudante, tenta se concentrar nos estudos (mas não quer frequentar as aulas), quer na verdade apenas ler livros sobre a Eritreia. O lance dele é solidão. Mas aí, eis que duas pessoas, Anna e Fredrik, resolvem entrar na vida dele e o tempo para ler e escrever, acaba. Ele viaja para a Eritreia com o pai, mas o livro todo deixa uma sensação esquisita, desconfortável, de extrema solidão. Não me apaixonei, mas gostei.

Lido em sueco.

Romance do poeta sueco Johannes Anyuru, que conta a história do pai, que veio pra Suécia depois que se casou com a mãe sueca do autor. Gostei muito de como ele conta a história surreal do pai – piloto em Uganda, prisioneiro político na Zambia, refugiado na Suécia. E os sonhos de ser um piloto? E os sonhos de reconstruir a vida? Uma história de acontecimentos fora do nosso controle e que influenciam a vida das pessoas de uma forma radical. Muito bom mesmo.

Lido em sueco