Li sobre esse livro da jornalista americana Barbara Ehrenreich e me interessei imediatamente. O título no original é “Smile or Die – How Positive Thinking Fooled America and the World”. Sou uma pessoa pessimista – ou, talvez, realista – e sempre me irritei com essa coisa de “manter o pensamento positivo” mesmo quando tudo à sua volta está indo à merda. A autora teve a idéia de escrever o livro quando ficou sabendo que sofria de câncer. O médico disse que ela deveria manter o pensamento positivo e afirmou que isso a ajudaria a ficar boa(!). Barbara Ehrenreich escreve sobre ciência, economia e psicologia. O livro é ótimo. Leia!

Lido em sueco.

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O livro da escritora americana, filha de noruegueses e casada com Paul Auster, Siri Hustvedt é bacana: começa quando ela vai dar uma palestra e falar sobre seu pai, que acabou de falecer. Do nada, ela começa a tremer. O corpo inteiro parece em ebulição, mas ela continua a falar; parece que o corpo e a mente agem separadamente e ela se pergunta, como é que pode? A partir desse “ataque” que Freud ficaria felicíssimo em explicar, ela começa a pesquisar sobre histeria, sobre doenças mentais e corporais pra achar uma explicação sobre o que aconteceu com ela. Ela não encontra uma resposta concreta, mas é agora obrigada a conviver com “ataques” e tremores sempre que fala em público. O livro, cujo título no original é “The Shaking Woman Or A History of My Nerves”, é bacanérrimo.

Lido em sueco.