Gostei desse livro de pequenos artigos de Nora Ephron, jornalista, roteirista e diretora de cinema americana. Foi ela quem escreveu – e por vezes dirigiu – filmes que gosto muito, como “Sleepless in Seattle” e “When Harry met Sally”. Os textos são sobre mulheres, envelhecimento, amor por pessoas (amigos e namorados) e por apartamentos, além do amor infinito dela por Nova York. Como passei uns tempos em Nova York estudando (dizer que morei lá é um pouco demais, mas a verdade foi que morei sim), sei bem do que Nora Ephron está falando. Se pude$$e, moraria lá o resto da minha vida. Com ataques terroristas e tudo. Ah, sim: o livro é bacana.

Lido em inglês.

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"Små citroner gula"

June 22, 2007

Êta livrinho previsível! Kajsa Ingemarsson ganhou um monte de dinheiro com esse best seller, que ficou meses e mais meses na lista dos pockets mais vendidos aqui da Suécia, o que é, pra mim, completamente inacreditável. O livro é previsível, chato, monótono. A história é morna e escrita como quem vai a esquina comprar pão, ou seja, sem qualquer charme. Comprei porque precisava de algo pra ler – qualquer coisa. Tenho que aprender a ser mais seletiva…

Lido em sueco.

Livro de Lolly Winston, que é jornalista americana. Foi comprado no supermercado, na liquidação, pelo meu urso, quando eu estava em casa com dores e só podia ficar deitada, lendo. Comecei a ler sem esperar grandes coisas e adorei. Esse é um daqueles livros pra devorar em sala de espera de aeroporto, quando o avião está atrasado. Meio triste no início, mas bacana depois. Legal.

Lido em sueco.

"Naked"

June 11, 2007

Mais um livro do cômico americano David Sedaris. Gostei menos desse, que encomendei junto com o primeiro aí de baixo. As histórias são engraçadas porém têm um tom mais confessional. O fato de tê-lo lido em poucos dias mostra que as histórias nesse livro, assim como no primeiro, são interessantes e bem escritas. Legal. (Mas se você tiver de escolher, escolha o “Me talk pretty one day”).

Lido em inglês.

Adorei esse livro de David Sedaris, americano maluco, que conta numa série de shortstories (poderiam ser posts de um blog, caso ele usasse um computador e não uma máquina de escrever IBM) pedaços de sua vida, histórias hilárias da família (principalmente do pai, do irmão e da irmã Amy), além de sua experiência em aprender francês. A luta dele com os genitivos feminino e masculino é de matar de rir, assim como o francês torpe de seus colegas de turma. Me diverti demais.

Lido em inglês.