“Ljuset vi inte ser”

April 9, 2017

Esse livro do americano Anthony Doerr ganhou o Pulitzer de ficcão 2015, o que me deixa um pouco surpresa. O livro é bom, mas senti o tempo todo que estava lendo um roteiro de cinema, tantas são as referências a locais, ruas etc. O que é irônico já que a personagem central da história é Marie-Laure, uma menina francesa cega. O pai, tipo de carpinteiro e faz-tudo num museu em Paris, fez um modelo em madeira do quartier em que moram para que Marie-Laure possa aprender a andar sozinha quando crescer. Cada aniversário ele faz um prédio/casa novo para o modelo, e Marie-Laure tem que abrir o modelo, sempre uma espécie de quebra-cabeca de madeira, e achar um presentinho dentro. Do outro lado da história está Werner, um menino órfão alemão. A vida dos dois se entrelaca durante a segunda guerra mundial. Novamente: não é espetacular (longe disso), mas é bacana.

Lido em sueco.

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